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Do Verão que aí vem

14 Maio

Não raramente, nestas últimas semanas, tenho pensado, a propósito do anúncios que se multiplicam, na pressão que há para “aquele corpo” para o Verão. Como se o que importa fosse puramente o exterior – e só no Verão, claro!

E são as promoções de cavitações, as promessas de kilos perdidos, os anúncios com os slogans mais inacreditáveis que tenho ouvido… algo como “ainda tem 4 semanas para ter um corpo xpto”, ou o “depois de queimar, ficam as brasas”… Nem sei se ria se chore.

Todo o princípio é errado. Um corpo bonito deve vir de um estilo de vida também ele cuidado (pronto, ou ser abençoado com uns bons genes). Não de dietas doidas que começam a cada época balnear, ou de, de repente, alguém que não faz exercício o ano todo desatar a fazer tudo e mais um par de botas durante dois meses.

Sim, sou daquelas pessoas que gosta de comer, mas tem cuidado. Não conto calorias, mas como bem. Nada de grandes excessos, tirando os meus docinhos diários. E gosto de exercício. Quando tenho tempo, tento fazer desporto as proverbiais três vezes por semana. Porque me faz bem ao corpo, mas sobretudo à mente. Descarregar aquelas energias negativas. Pôr tudo para trás e aproveitar. Dar uso aos músculos, incluindo o coração, e descansar o cérebro. Sim, tem a vantagem de dar um corpo mais bonito, mas é tão mais que isso!

Desde o início do ano que, tendo abraçado um novo projecto, o meu tempo de trabalho aumentou consideravelmente. Consequência mais que óbvia, o meu tempo de lazer – desporto incluído – diminuiu consideravelmente. É um dos maiores inconvenientes. E bom, não me agrada muito notar que estes meses têm algumas repercussões a esse nível. Na falta que me faz ao “andar de cima”, e em não estar no meu pico de forma. E sim, sou preocupada o suficiente com o aspecto para não gostar. Mas sei também que há limites para o que consigo fazer para reverter a situação, a menos que deixe de dormir – fora de questão.

Em todo o caso, no meu ginásio – que sim, mantenho – existem consultas de nutrição, e eis que na segunda me ligam a perguntar quando queria ir à próxima. E lá fui eu ontem. Sem grande vontade de quantificar diferenças, mas a precisar de umas dicas depois de algumas alterações que fiz na minha dieta quando larguei a carne.

Menos mal do que pensava, o diagnóstico foi mais meio kilo, mais 2% gordura corporal, e uma quiçá intolerância ao gluten… Bom, essa é a parte mais fácil de resolver, ou pelo menos tentar, e portanto lá fui eu a caminho do supermercado procurar umas alternativas ao trigo do pão… E na área de produtos alternativos, biológicos, etc, é incrível a quantidade de opções para emagrecer! Batidos, comprimidos, suplementos, substitutos… se conseguirem imaginá-los, encontram-nos lá.

Pior, dei por mim a passar por eles e a olhar com um certo interesse… Até me abanar mentalmente e pensar… “achas mesmo?!?”. Achava que era imune a estes bombardeios, mas parece que afinal alguma coisa entra. E, lá está, faz-me pensar novamente nesta pressão. O que é afinal um corpo perfeito? (Se é que existe) Aquelas modelos que se vêem nas passerelles – altíssimas e magríssimas? Gente normal com curvas e bom aspecto? Estes estereótipos que nos tentam enfiar pelos olhos e cérebro adentro não são nada saudáveis…

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Nota

Começar cedinho

17 Fev

Ah, começar a semana a escrever um artigo…
Bom, suponho que podia ser pior!

Boa semana a todos!

Folha em branco

7 Fev

Há tanto em mim, que nem sei por onde começar

E é assim que uma folha, ou neste caso um monitor, em branco, me intimida, por querer preenchê-lo não sei bem com quê. Como se traduzem sensações?

Respiro fundo. Deixo a música e o ronronar da gata que tenho ao colo sobreporem-se ao ruído de fundo na minha mente.

É sobretudo esperança. Sim, sobretudo esperança o que sinto. Esperança no que aí vem, esperança em mim, em nós. Esperança que finalmente, depois destes anos conturbados, problemáticos, e até difíceis… – esperança, não é demais dizê-lo – que tudo está lentamente a entrar nos eixos. Que, sem esperar, reencontrei o meu caminho. E da mesma forma que, quando o meu mundo começou a ruir foi, um por um, em todos os campos, desta vez está também a compôr-se em todos eles. E, em todos, de uma forma inesperada.

A nível profissional, um novo desafio que me está a dar imenso prazer tomar nas mãos, um projecto que pode vir a crescer bem e tornar um sonho realidade. E sabe bem. Mesmo com as condicionantes de tempo associadas. Mesmo a sobrar-me pouco tempo para mim e para o que gosto de fazer, o que preciso de fazer.

No entanto, é também um impulso extra para poder dar forma a outro projecto, que não me atrevia a ponderar por não saber o que me esperava… Se ficava por cá ou não, se queria ou não explorar o mundo além fronteiras. Sem raízes que me prendessem cá. Mas agora, já me sinto mais segura de que posso e quero essas raízes, e um canto meu. Só meu…! E de com quem o quiser partilhar. E não deixa de ser curioso o diferente que é esta busca. Os objectivos, os planos, o que vejo na minha cabeça, tudo é diferente do que pretendia há 4 anos.

Mas, para além de tudo isto – e sobretudo, devo dizer -, a esperança é… é em alguém especial, alguém que pode muito bem ser a peça que faltava no meu puzzle de pessoas especiais que felizmente me rodeiam. Alguém que nem se apercebe o quão especial é. Alguém que, inesperada mas progressivamente, ganhou espaço, importância e protagonismo. Na minha vida. No meu coração. Alguém que me faz sorrir, transbordar de tudo de bom. Alguém que guardei cuidadosamente porque nem queria acreditar que era mesmo de verdade. Mas que não consigo guardar mais. Porque quando alguém nos faz tão bem, tem que ser “right for you“.

Portanto sim, esperança. Esperança de que completei um ciclo, e um novo se está a abrir. E sorrio ao ver como se começa a desenrolar e revelar diante dos meus olhos.

Organização

12 Jan

Tempo. Cabeça. Coração.

Nesta nova fase que o fim do ano e o início deste me trouxeram, se há algo que preciso é organização

Organização de tempo, para conseguir ter vida apesar do aumento do tempo de trabalho. Trabalhar – bem-, mas ter tempo para mim, para os meus, para as minhas rotinas – ginásio, leituras, passeios, fotografia… Tudo terá que ser espremido e cuidadosamente encaixado em muito menos tempo que anteriormente. E nessa organização continuo a trabalhar.

Organização da minha cabeça, com tudo o que implica arejar as gavetas e compartimentos fechados, deixar alguns pensamentos apanhar ar e luz, e expulsar fantasmas. E tem sido uma boa organização. Como se de repente uma neblina tivesse levantado e visse tudo com uma nova clareza!

E – tão importante – organizar o meu coração. Tenho estado a pôr tudo no sitio, os meus amores e desamores. E a descobrir que sim, há cicatrizes que ficam mas que fazem parte, e nos tornam melhores. Que há feridas que cicatrizam e curam. E bálsamos que simplesmente lhe fazem muito bem. Chama-se emoção, sentimentos, felicidade. Sim, diria que há um novo espaço habitado no meu coração, um que começou por ser um pequeno anexo e está a crescer – slow and steady. E sabe-me tão bem. É definitivamente um daqueles bálsamos

Memoir

5 Nov

Há algum tempo, enquanto pesquisava aplicações para o telemóvel, surgiu-me a Memoir.

É uma aplicação engraçada, para a qual não encontrei ainda a utilidade que em potencial tem, mas que me faz rever momentos, fotos, que tirei há algum tempo, e é sempre uma surpresa, normalmente boa, quando aparece o aviso “exactly a year (ou 2 ou 3) ago you took a photo”. Muitas vezes dá aquele bom sentimento, a saudade do momento bom, a nostalgia que até aquece o coração.

Mas esqueço-me que às vezes tiro fotos aos problemas dos meus doentes para ter termo de comparação. Assim, quando hoje abri o programa depois do aviso de ter tirado 3 fotografias há exactamente um ano, qual não é o meu espanto quando dou de caras com uma lesão…
Ou faço uma pasta separada para estas fotos ou isto vai passar a fazer parte das minhas memórias de mais formas do que desejaria…!

Misturar trabalho com prazer

28 Set

Apesar de muitas vezes ouvir dizer que não é boa ideia, o certo é que o faço há vários anos, aproveitando ter que viajar por causa do trabalho para ir concomitante fazendo uma das coisas que mais gosto – conhecer o mundo!

Só posso ser a favor disso, senão não estaria agora em Amsterdão a aproveitar uma cidade fantástica nos intervalos de um curso.

Misturar trabalho e prazer? Sim, por favor!

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