Tag Archives: sorriso

Ternura…

25 Mar

… é ir no carro a caminho do trabalho e num semáforo ver a cena no carro de trás.

Um senhor vem no seu carro, com o seu fato e um grande sorriso porque… tem o seu cãozinho ao colo.

Sim, não pode, sim, a trela, sim, as regras todas e mais as que ainda não foram inventadas. Mas aquele sorriso – de ambos -, a felicidade estampada no focinho do cão por estar ali com ele, o sorriso dele por estar ali com o cão… Não é feito de regras, apenas de sentimentos. As festas, os beijos… – pois, dois vermelhos depois e ele ainda estava atrás de mim na sessão de mimo e brincadeira com o cão. Uma delícia de ver, e pôs-me um grande sorriso nos lábios.

Por fim, quando chegámos ao semáforo a partir do qual se começa a andar mais facilmente, pousou o canino no banco o lado, puxou a gravata para o sitio e sacudiu as calças. Sim, porque o pêlo sacode-se, mas aquela ternura não.

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Arejar

17 Mar

O tempo tem sido mais que escasso… Quase inexistente.

Entre trabalho, algum lazer e a busca pelo meu canto, a maquina fotográfica acumula pó e o portátil nunca passou tanto tempo desligado. O pouco tempo que sobra tem sido para os essenciais.

Mas este fim‑de‑semana tirei tempo para ir passear. Em boa companhia. Mesmo que não seja toda a que queria. Ou toda a que costumava ser.
Soube bem. Paisagens lindas e sol a brilhar. Conversas, risos e fotografias. Rádios locais e mais gargalhadas. Kilometros e saudades e problemas de rede e wifi. E soube tão bem. Não digo que venho de baterias recarregadas, já que começo a semana podre de sono, mas venho de coração cheio, olhos regalados e pele que já matou saudades de sentir sol.

Boa semana!!

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Devaneios

27 Fev
rooting deep, inside of me
skin is wispering. eutony.
we’ll build a castle of small things

we’ll wash away the burning flame
and slowly dance along the game
we’re home, my dear
we’re home – hey here

Folha em branco

7 Fev

Há tanto em mim, que nem sei por onde começar

E é assim que uma folha, ou neste caso um monitor, em branco, me intimida, por querer preenchê-lo não sei bem com quê. Como se traduzem sensações?

Respiro fundo. Deixo a música e o ronronar da gata que tenho ao colo sobreporem-se ao ruído de fundo na minha mente.

É sobretudo esperança. Sim, sobretudo esperança o que sinto. Esperança no que aí vem, esperança em mim, em nós. Esperança que finalmente, depois destes anos conturbados, problemáticos, e até difíceis… – esperança, não é demais dizê-lo – que tudo está lentamente a entrar nos eixos. Que, sem esperar, reencontrei o meu caminho. E da mesma forma que, quando o meu mundo começou a ruir foi, um por um, em todos os campos, desta vez está também a compôr-se em todos eles. E, em todos, de uma forma inesperada.

A nível profissional, um novo desafio que me está a dar imenso prazer tomar nas mãos, um projecto que pode vir a crescer bem e tornar um sonho realidade. E sabe bem. Mesmo com as condicionantes de tempo associadas. Mesmo a sobrar-me pouco tempo para mim e para o que gosto de fazer, o que preciso de fazer.

No entanto, é também um impulso extra para poder dar forma a outro projecto, que não me atrevia a ponderar por não saber o que me esperava… Se ficava por cá ou não, se queria ou não explorar o mundo além fronteiras. Sem raízes que me prendessem cá. Mas agora, já me sinto mais segura de que posso e quero essas raízes, e um canto meu. Só meu…! E de com quem o quiser partilhar. E não deixa de ser curioso o diferente que é esta busca. Os objectivos, os planos, o que vejo na minha cabeça, tudo é diferente do que pretendia há 4 anos.

Mas, para além de tudo isto – e sobretudo, devo dizer -, a esperança é… é em alguém especial, alguém que pode muito bem ser a peça que faltava no meu puzzle de pessoas especiais que felizmente me rodeiam. Alguém que nem se apercebe o quão especial é. Alguém que, inesperada mas progressivamente, ganhou espaço, importância e protagonismo. Na minha vida. No meu coração. Alguém que me faz sorrir, transbordar de tudo de bom. Alguém que guardei cuidadosamente porque nem queria acreditar que era mesmo de verdade. Mas que não consigo guardar mais. Porque quando alguém nos faz tão bem, tem que ser “right for you“.

Portanto sim, esperança. Esperança de que completei um ciclo, e um novo se está a abrir. E sorrio ao ver como se começa a desenrolar e revelar diante dos meus olhos.

2014

1 Jan

Ei-lo.

Chegou com barulho e fogo de artifício lá fora. Aqui, calmo e apaziguador, mas nem por sombras menos intenso. Onde a contagem decrescente foi substituída por um abraço, os gritos por palavras sussurradas.

2014 chegou, e tenho esperança nele. Não por ser um novo número, mas porque coincide com um virar de página. Mais, com um novo livro, cheio de páginas em branco que preencho a cor-de-rosa. Rabiscos e pensamentos que o vão preenchendo, reflexo de mudanças em mim… sentimentos em mim… tanta coisa em mim que quero guardar com mais segurança do que deposito na memória, que tende a moldar e deturpar os fragmentos com o tempo.

Com as 12 passas não houve desejo. Ao contrário do pensamento muito concreto que me tem acompanhado nos últimos anos – só desejo a sabedoria e a capacidade de tomar as decisões certas -, não houve nada expresso coerente e ordenadamente. Apenas, e correndo o risco de ser repetitiva, esperança. Esperança que estes sentimentos que crescem e tomam vida própria possam seguir o seu caminho.

Sorrio.

Olá 2014

14 Dez

Quando tudo parece confuso e complicado, por vezes temos boas surpresas.

E é por isso que os meus “grateful for” dos últimos dias têm sido por causa de pessoas. Pessoas que conheci sem esperar, mas que ganharam o seu espaço na minha vida e no meu quotidiano. Pessoas que já conheço há muito, e que continuam lá, a fazer-se presentes de várias formas, a aconchegar-me a alma. Pessoas que, cada uma à sua forma, me fazem um pouco mais feliz. Um pouco mais acompanhada. Que dão um pouco mais de luz aos meus dias.

E não é isso uma razão para, de uma forma ou de outra, e mesmo nestes dias mais confusos e complicados, estar grata e sentir-me privilegiada por ter razões para sorrir, por estas pessoas que me rodeiam?

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Dias assim

11 Out

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Apesar da foto representar o diametralmente oposto, hoje quando saí de casa a luz era semelhante – quente e convidativa.
É certo que para conduzir não é o ideal, mas sabe tão bem este espectáculo para começar bem o dia!
Assim, conjugando a luz, ser sexta-feira, estar um dia bonito e o caminho a cantar ao som da rádio, tenho esperança que vai ser um bom dia!

Adoro manhãs solarengas!

onde ninguém

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