Tag Archives: relações

Tempo

25 Maio

Já pensaram em como o tempo corre?

Ultimamente dou por mim a pensar nisto. O tempo que corre, escorre, se escapa, me escapa. Nem sei como. Os dias que por vezes se arrastam, que parecem não terminar, uma semana após a outra… E de repente correu. Correu tanto que não sei para onde foram as horas que aparentemente se arrastavam.

E é assim que este ano está a chegar a meio. Cinco meses quase inteiros já se foram. Cinco meses plenos de tanto. De tantas mudanças. As que já aconteceram, as que sei que ainda aí vêm. As horas loucas de trabalho porque não sei dizer que não a projectos aliciantes. A falta de horas de sono. A falta de tempo para mim. A falta de tempo para nós, que tento colmatar. A ternura. O cuidar. Os projectos a dois. Reaprender a exprimir-me. Com palavras, com imagem, com lápis. As viagens com outro sabor.

E um outro novo projecto. O meu canto. A minha casa que está quase aí. Ao virar da esquina. Outra reviravolta inesperada, e prova de que por vezes fazer planos serve apenas para eles serem completamente mudados. Não é onde tinha pensado, não é como tinha pensado… mas é a minha cara. E vai ser um começar de novo. Outro. Com muita esperança e muita expectativa. E até ideias, que vão surgindo em background, quando menos espero.

E Junho vem aí. Junho, mês de mudança, e de viagem, e de tanta coisa.

Mas para já, vamos aproveitar o que falta de Maio, antes que também este se escorra entre os dedos.

Tic tac. Tic tac.

Os parabéns que não queres que te dê

27 Fev

Hoje fazes anos.
Fazes anos e pediste-me que não te desse os parabéns. Que seria doloroso ouvires de mim agora que não temos uma relação.

Respeito o teu pedido. Claro.
Mas na minha cabeça dou-te os parabéns aos 37 como tos dei aos 34… 35… 36… Dizendo, de coração, que espero que sejas feliz, que encontres o teu caminho. Que para a próxima seja(s) mais e melhor.

Das ex grudentas

11 Fev

Há certas coisas que me custam a entender… Quase diria que me tiram do sério.

E esta – as ex grudentas – começa a ser uma delas. Aquelas que não descolam, não largam, não são capazes de perceber que já era. Acabou. Ponto. final. Parágrafo. Mesmo não tendo troco nenhum.

É para mim um mistério como é que alguém se lembra a posteriori que afinal sempre quer alguém na sua vida. Como é que, mais que isso, não hesitam em recorrer a chantagenzinhas emocionais, em apelar a sentimentos de culpa, e pior ainda, de pena…

Pena, sempre ouvi dizer, têm as galinhas! E eu tenho um mau relacionamento com as ditas desde que em miúda uma galinha da minha avó me ferrou no dedo sem eu estar a fazer nada. Bichos com penas, modo geral, não me apreciam – talvez seja mútuo. E tentar que alguém esteja connosco por pena… – por pena!! – como é que alguém se sujeitaria a isso? Onde está o amor próprio? E pelo outro?

E é nestas alturas que só me ocorre: se gostavam, aproveitassem para o demonstrar quando podiam e deviam. agora… too little, too late. Há que procurar dignidade e amor próprio e seguir em frente! Arranjar uma vida. Um hobby. O raio que a parta, na realidade, desde que percebam o seu lugar.

Folha em branco

7 Fev

Há tanto em mim, que nem sei por onde começar

E é assim que uma folha, ou neste caso um monitor, em branco, me intimida, por querer preenchê-lo não sei bem com quê. Como se traduzem sensações?

Respiro fundo. Deixo a música e o ronronar da gata que tenho ao colo sobreporem-se ao ruído de fundo na minha mente.

É sobretudo esperança. Sim, sobretudo esperança o que sinto. Esperança no que aí vem, esperança em mim, em nós. Esperança que finalmente, depois destes anos conturbados, problemáticos, e até difíceis… – esperança, não é demais dizê-lo – que tudo está lentamente a entrar nos eixos. Que, sem esperar, reencontrei o meu caminho. E da mesma forma que, quando o meu mundo começou a ruir foi, um por um, em todos os campos, desta vez está também a compôr-se em todos eles. E, em todos, de uma forma inesperada.

A nível profissional, um novo desafio que me está a dar imenso prazer tomar nas mãos, um projecto que pode vir a crescer bem e tornar um sonho realidade. E sabe bem. Mesmo com as condicionantes de tempo associadas. Mesmo a sobrar-me pouco tempo para mim e para o que gosto de fazer, o que preciso de fazer.

No entanto, é também um impulso extra para poder dar forma a outro projecto, que não me atrevia a ponderar por não saber o que me esperava… Se ficava por cá ou não, se queria ou não explorar o mundo além fronteiras. Sem raízes que me prendessem cá. Mas agora, já me sinto mais segura de que posso e quero essas raízes, e um canto meu. Só meu…! E de com quem o quiser partilhar. E não deixa de ser curioso o diferente que é esta busca. Os objectivos, os planos, o que vejo na minha cabeça, tudo é diferente do que pretendia há 4 anos.

Mas, para além de tudo isto – e sobretudo, devo dizer -, a esperança é… é em alguém especial, alguém que pode muito bem ser a peça que faltava no meu puzzle de pessoas especiais que felizmente me rodeiam. Alguém que nem se apercebe o quão especial é. Alguém que, inesperada mas progressivamente, ganhou espaço, importância e protagonismo. Na minha vida. No meu coração. Alguém que me faz sorrir, transbordar de tudo de bom. Alguém que guardei cuidadosamente porque nem queria acreditar que era mesmo de verdade. Mas que não consigo guardar mais. Porque quando alguém nos faz tão bem, tem que ser “right for you“.

Portanto sim, esperança. Esperança de que completei um ciclo, e um novo se está a abrir. E sorrio ao ver como se começa a desenrolar e revelar diante dos meus olhos.

Organização

12 Jan

Tempo. Cabeça. Coração.

Nesta nova fase que o fim do ano e o início deste me trouxeram, se há algo que preciso é organização

Organização de tempo, para conseguir ter vida apesar do aumento do tempo de trabalho. Trabalhar – bem-, mas ter tempo para mim, para os meus, para as minhas rotinas – ginásio, leituras, passeios, fotografia… Tudo terá que ser espremido e cuidadosamente encaixado em muito menos tempo que anteriormente. E nessa organização continuo a trabalhar.

Organização da minha cabeça, com tudo o que implica arejar as gavetas e compartimentos fechados, deixar alguns pensamentos apanhar ar e luz, e expulsar fantasmas. E tem sido uma boa organização. Como se de repente uma neblina tivesse levantado e visse tudo com uma nova clareza!

E – tão importante – organizar o meu coração. Tenho estado a pôr tudo no sitio, os meus amores e desamores. E a descobrir que sim, há cicatrizes que ficam mas que fazem parte, e nos tornam melhores. Que há feridas que cicatrizam e curam. E bálsamos que simplesmente lhe fazem muito bem. Chama-se emoção, sentimentos, felicidade. Sim, diria que há um novo espaço habitado no meu coração, um que começou por ser um pequeno anexo e está a crescer – slow and steady. E sabe-me tão bem. É definitivamente um daqueles bálsamos

The End

26 Dez

Desta vez, de vez.

Fim de frase. Parágrafo. Página. Capítulo. Livro.

Catarse

15 Dez

Idiotas!

Não sabem levar um não sem se melindrarem. Não sabem dar espaço ou tempo. Não sabem nada que não seja o que serve os seus próprios interesses, o seu próprio umbigo.
Estou chateada! Estou CHATEADA!
Passei de bem disposta a ter que levar com crianças que não sabem ouvir e respeitar o que se diz. Que ouvem e fingem não entender. Quase os vejo, mãos nos ouvidos – “la la la la la”, a ouvir o que lhes interessa, ignorando tudo o resto.
Cansei. CANSEI de ter que aturar estas coisas.
Paz. É PAZ que quero e preciso. E vou ter.
Nem que para isso as crianças fiquem todas de castigo, lá fora.
Chega.
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