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Paz

4 Maio

Paz

Há um ditado que diz que há males que vêm por bem.
E foi por isso que, quando cheguei ao ginásio e a aula que queria estava cheia, em vez de ficar chateada agradeci-me mentalmente ter já os ténis de corrida calçados e os phones no saco, e meti-me no carro outra vez.
Não para casa, mas até à beira-rio.
Sim, uma corrida.

Curioso que sempre achei correr tão pouco interessante. Até ter começado a fazê-lo, há três anos. E foi então que percebi o terapêutico que é, um pé diante do outro, em ritmo com o bater do coração, o esforço dos músculos, a harmonia dos movimentos, o sol, o vento, os cheiros em volta, e todos os problemas que simplesmente, durante aquele período, desaparecem. Tornam-se menos presentes, pelo menos. E ficam a ser trabalhados em background.

Desde então que tenho tentado correr com a frequência possível, e tanto mais quanto mais assuntos tenho para resolver. Ou simplesmente para aproveitar a liberdade que me dá.
Com um sol brilhante e um céu bem azul, a corrida foi uma óptima troca face à dita aula.
Especialmente porque no fim, não resistindo à tentação de um terreno relvado ainda pintado pelo sol, aproveitei para deitar na relva e relaxar.

E foi assim, que ao som da música, com o valor do sol e a brisa suave, esvaziei a cabeça de pensamentos e simplesmente deixei-me aproveitar a vida. As coisas simples, que são as mais importantes. Ser feliz. Sem porquês. Simplesmente ser.

De novo

23 Abr

… No aeroporto, contemplo as horas e a saudade.
Sim, a saudade que já surge antes mesmo de partir. Mais forte, mais aguda, a toldar o entusiasmo que habitualmente me toma à ideia de saltar para dentro de um avião rumo a… Seja onde for!

Vem comigo!

<3

17 Abr

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Escrevo de coração cheio. Escrevo porque de tão cheio transborda e preciso de dar rumo a esta enchente que derrama.

É gratidão. É contentamento. É felicidade.
É ter alguém à nossa frente que se emociona e chora a confidenciar-me o quanto se sente e sentiu sempre acarinhado e cuidado nesta casa. E eu fazer parte dessa casa e das pessoas que o fazem sentir-se assim.
E sentir que os meus olhos também ficam cheios de emoção contida. E agradecer de coração.

Há dias em que acredito que algures hei-de ter feito algo muito bom para ter uma vida cheia de coisas tão boas que eclipsam as menos boas.

De uns e outros…

13 Abr

Hoje vim encontrar-me por Belém. Aproveitar o sol e calor, apanhar ar e sair de casa. E trabalhar um projecto a dois.

Estaciono o carro sem grande dificuldade. Saio, vou ao outro lado, visto casaco, pego na mala, fecho porta, tranco carro.
No passei, na minha direcção, dois adultos com dois cães adoráveis. Dois rodinhas baixas estilo salsicha, de pêlo cerdoso.
Não consigo evitar sorrir para cães quando os vejo na rua. Simplesmente é mais forte que eu!
Assim, sorrio a olhar para o chão, já que eles tem uns 25cm de altura.

E é por isso que mal consigo acreditar quando ouço um “coisinha mais gira” vinda da boca da criatura que os traz pela trela.
Mais algo que nem percebi do outro.
Preferia que fossem o casal gay que pensei que fossem.
Ignorei porque a resposta teria que ser “gosto dos cães, não gosto dos humanos”.

Porque é que algumas pessoas se sentem no direito de invadir assim o espaço alheio? Será que acham que é bem-vindo? Suponho que nem sequer interessa…

Bom, continuo e vou até ao meu sitio, tenho um livro para acabar de ler.

Sehnsucht

7 Abr

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Nunca uma viagem foi tão agridoce.
De um lado, o prazer que tiro de rumar a novas paragens, aprender novas coisas, conhecer novos locais, detalhes, culturas…
De outro, a saudade imensa, o peso da distância, tão difícil de colmatar. E isto é uma novidade. Sempre lidei bem com estas distâncias, estes tempos. Desde que comecei a trabalhar que frequentemente viajo em formação. Em alguns casos, é até por períodos mais prolongados, e nem com o CN nem com o E senti esta falta, esta sensação de ter deixado um pedaço de mim para trás.
É novo para mim lidar com esta versão de viagem – adoro sair, conhecer, aprender… E odeio ao mesmo tempo a falta, a sensação de pedaço em falta. >

2 Abr

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E é tão difícil sair dele e aventurarmo-nos em novos territórios
;

#3 – acrostic

30 Mar

How can it be, that I find myself
Over the moon and under the sun
Memories woven, casting a spell
Entwining fingers and souls in the sand

Islands apart, wind blowing us close
Skin melting and molding as though we are one

Drawing me and you as a we – words become poetic prose

onde ninguém

me (h)ouve

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30 e picos, 40 e tal

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Mei(a)vulsa,

agora com animais, porque eu sou no sense! ;)

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